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QUEDA DE CABELO

Hoje em dia, numa sociedade em que se valoriza cada vez mais a aparência física, é importante ter vários cuidados com a sua imagem. Um dos aspectos incontornáveis é a calvície, popularmente designada por careca. Nos últimos anos o interesse para a combater tem vindo a aumentar (cada vez mais) e parece que não vai ficar por aqui. Muitas vezes é só associada ao sexo masculino, no entanto é um problema que afecta tanto homens como mulheres embora de forma diferente. Nos homens começa por se manifestar na zona frontal e no caso das mulheres representa uma redução do volume e densidade do cabelo, sobretudo na parte superior. Embora esteja provado que os homens têm maior predisposição genética para a calvície, são as mulheres quem mais sofre com este problema, pois têm tendência a escondê-la essencialmente por vergonha. As mulheres estão mais expostas a problemas do foro psicológico do que os homens, mas vai ver que não vale a pena. Várias pessoas nos tem dito que não se sentem bem consigo próprias e tem uma auto-estima muito baixa devido a este problema. O nosso primeiro conselho é não se deixar abater por isto, até porque... não é o único(a). Milhões de pessoas estão na sua situação. Por isso anime-se, porque mesmo que não haja solução para tudo, para a falta de cabelo há.

O CICLO DO CABELO

O ciclo do cabelo é composto pelo crescimento, repouso e queda. Uma queda dita normal pode ir até à volta dos 100 cabelos por dia e quando ultrapassa este valor e começamos a verificar uma perda acentuada dos cabelos, devemos consultar um dermatologista. Aqui começa a primeira batalha contra este problema. Os cabelos são pelos que nascem na cabeça do ser humano, e são formados pela raiz em forma de bolbo e a haste composta por três camadas concêntricas. Uma cabeleira normal tem cerca de 120000 cabelos e cresce cerca de 1cm por mês. A cor é determinada pela melanina e difere com a idade e de pessoa para pessoa, o embranquecimento deve-se à redução progressiva dos melanócitos. Os cabelos podem ainda ser rijos, frisados ou finos.

A sua vitalidade pode também depender do estado de saúde do indivíduo, algumas doenças podem afectar negativamente o seu cabelo, bem como os antibióticos e as tintas que podem levar à queda do cabelo ou alopecias. A alopecia distingue-se da calvície por ser definitiva e pelas suas causas, tais como doenças infecciosas, parasitas, doenças dermatológicas, perturbações endócrinas, por medicação e psico-neuroses. O tratamento é do foro dermatológico. São várias as causas para a queda como uma má alimentação, anemia, deficiência de Zinco ou Magnésio no organismo, stress, tabaco, período pós-parto, mas a principal é a calvície androgenética ou seja a predisposição genética herdada dos pais. Muito raramente, uma pessoa com pais e/ou tios com calvicie não sofre do mesmo problema. Mas se antigamente as alternativas não abundavam e a sociedade não dava muito valor a este problema, actualmente pode fazer algo por si.

Hoje em dia são várias as opções para tratamento ou redução da queda de cabelo, e podem ser tantas e tão variadas, como produtos cosméticos de venda ao público, tratamentos com medicação via oral ou localmente receitadas pelos médicos ou tratamentos cirúrgicos tais como o transplante capilar, mas para estas deverá sempre consultar o seu dermatologista.

Existem soluções mais simples, que passam por ter simples cuidados diários. Verá resultados ao fim de algum tempo e quanto mais depressa actuar, melhor serão os resultados. Se estiver ainda na altura de "evitar" estas soluções mais simples são uma boa alternativa. Se já estiver mesmo calvo terá de consultar um dermatologista para o ajudar.

CAUSAS

Existem vários factores para que a queda de cabelo se suceda. Alguns são apenas factores temporários e sazonais e com estes não se deve preocupar em excesso. Outros são factores do dia-a-dia como as várias agressões diárias a que o cabelo está sujeito. Outro aspecto muito importante que pode originar falhas no cabelo é sem dúvida o aspecto genético. Se tem familiares (pai, tios...) com calvície é bastante provável que sofra ou venha a sofrer também deste problema e os maiores problemas são devidos a este factor. Se este último factor não se aplicar a si e acha que não existem razões para a sua queda de cabelo, consulte rapidamente um médico. Para além do aspecto genético, vamos então falar das causas em geral que podem levar a este problema.

Um das causas mais comuns e que normalmente não se dá a devida importância é a agressividade com que se penteia. Tem de ter cuidado neste aspecto. Não se esqueça que uma má alimentação, pobre em proteínas pode originar problemas. Faça uma alimentação equilibrada, consulte um nutricionista se necessário. Doenças como anemia, ou até mesmo febres ou infecções pode também ser prejudicial. A solução neste caso passa por recuperar a sua saúde.

A falta de cuidado ao utilizar certos produtos para o cabelo também contribui de maneira significativa para a queda do mesmo. Leia sempre o folheto do produto que utiliza. No caso das mulheres pode ocorrer uma maior perda de cabelo durante a gravidez e pós-parto, mas isto é normal e quase sempre passageiro. Neste caso não tem que se preocupar. Ao utilizar certos medicamentos também pode estar a contribuir para que este problema se agrave. Mais uma vez, neste aspecto não tem que se preocupar, pois quando acabar com a medicação volta tudo à normalidade.

O uso da pílula, em alguns casos, também contribui para a uso da pílula, em alguns casos, também. Consulte o seu médico se isso se tornar/for preocupante para si. Evite a todo o custo o tabaco e o álcool. Estes não fazem bem a nada (fazem mal a quase tudo...) e também aqui não é excepção. O secador, quando usado muito frequentemente também contribui para isto. Modere a utilização, ou deixe mesmo de o utilizar.

Estes são os principais aspectos que originam a desagradável queda de cabelo. Em qualquer caso não desespere, existe uma solução para todos os casos mesmo quando é genético. É de salientar ainda, que este factor genético pode ser tanto transmitido pelo lado paterno, como o materno. Ao evitar estas causas, estará certamente a contribuir para o desaparecer, amenizar ou retardar este problema que afecta imensas pessoas.

SINAIS E SINTOMAS

A incidência da calvície varia de população para população tendo como base o seu passado genético. Factores ambientais, parecem não afectar este tipo de perda de cabelo. Um estudo realizado em larga escala, mostrou que a prevalência de perda frontal ou na parte de traz da nuca do cabelo, aumenta em 57% na mulheres e 75% no homens com o aumento da idade após os 80 anos.

A calvície envolve o estado de perda de cabelo onde normalmente cresceria, especialmente na cabeça. A forma mais comum de calvície é a perda de cabelo progressiva, conhecida por Alopecia Androgénia, que ocorre sobretudo em homens adultos e mesmo em outras espécies. A quantidade e tipos de calvície podem ser muito variadas, pode afectar tanto homens como mulheres e pode ir desde de perda parcial do cabelo até à total.

Pode-se começar a verificar indícios de que se pode vir a sofrer de queda de cabelo logo na adolescência. Já nesta altura verifica-se muitas vezes uma queda excessiva, embora por si só não signifique que venha a ter falta de cabelo. Vário factores podem contribuir para isto. Quando a perda de cabelo não é temporário (por exemplo numa certa estação do ano, pós-parto, gravidez), é muito provável que venha a ter falhas no couro cabeludo. Nos homens começa-se a verificar umas entradas, que podem piorar com o tempo.

É nestes primeiros tempos em que começa a verificar alguns sintomas da queda de cabelo que deve pensar em tratar-se. As alternativas de tratamento nesta altura não precisam de ser tão radicais e normalmente são mais eficazes. Até porque pode conseguir que a falta de cabelo não piore, o que é natural com a idade.

Por isso já sabe. Na altura em que começar a verificar uma quantidade de cabelo maior que o habitual na sua escova, pense em consultar um especialista. Só ele pode dizer se é algo temporário ou se é melhor começar a fazer alguns tratamentos.

CALVÍCIE NAS MULHERES

Muitas vezes associada a um problema exclusivamente masculino e onde as mulheres actualmente representam cerca de 40% das pessoas com este problema só nos Estados Unidos. Nas mulheres este problema pode ser realmente desgastante e devastador para a sua auto-estima e saúde emocional. Infelizmente a sociedade actual faz com que as mulheres sejam obrigadas a sofrer em silêncio e no caso dos homens é mais que natural ocorrer o processo de calvície. A perda de cabelo pode ser de dois tipos: definitiva ou temporária, esta última pode ser facilmente tratada quando a causa for devidamente identificada.

Alopecia é o termo médico para a queda de cabelo excessiva ou anormal. Existem pois diferentes tipos de alopecia. O que todas as quedas de cabelo têm em comum é que seja homem ou mulher algo não está bem no seu organismo. O cabelo deve ficar na sua cabeça, onde pertence, se o desregulamento hormonal, doenças ou outras condições não ocorrem.

Essas condições podem ser tão simples como ter um gene que o deixa susceptível à calvície ou a alguma das formas de alopecia areata. Ou pode ser tão complexa como uma variedade enorme de doenças. Felizmente queda de cabelo pode ser um sintoma de um evento a curto-prazo, tal como stress, gravidez ou alguma medicação ou tratamentos.

Nesta situação, o cabelo volta a crescer após o evento. Os métodos contraceptivos como a pílula são de facto uma forma eficaz de controlo de natalidade, no entanto como libertam hormonas no seu organismo, podem ser de facto uma das causas de calvície, por isso recomendamos que contacte o seu médico de família, pois há sempre alternativas no mercado que podem reduzir o impacto e a queda de cabelo.

A queda de cabelo em mulheres nem sempre é facilmente explicável, ao contrário dos homens em que 90% dos casos de calvície são causados por hereditariedade. Os teste de diagnóstico devem ser feitos quando se pretende identificar a causa e podem ser pelo menos uma forma de limitar as causas.

TRATAMENTOS

O tempo em que a perda de cabelo era tido como algo irreversível já lá vai há muito. E nos dias de hoje, onde existe bastante competitividade, algumas pessoa dão uma enorme importância a este factor. E, em alguns casos, pode tornar-se mesmo traumatizante (as mulheres estão mais sujeitas que os homens). Hoje em dia existem diversos tratamentos, uns melhores que outros, e que o podem ajudar a resolver este problema. O tratamento adequado para si depende do estado em que se encontra o seu couro cabeludo, como por exemplo o tipo calvíce. O tipo de calvície pode ser fraca, moderada ou avançada. E se enquanto é fraca, pode experimentar (e que pode resultar) um tratamento à base de produtos como cremes (do tipo champoos) ou gotas, quando chega à fase avançada já é necessário utilizar outros métodos. Para o ajudar a decidir o que tem de fazer é aconselhável que consulte o seu médico (ou dermatologista).

Este tipo de tratamentos, resumem-se basicamente a dois tipos. Um deles é à base de produtos e outro (mais recente e cada vez mais eficaz) é à base de clonagem, multiplicação, transplantes ou implantação de cabelo. Quando o tipo de queda é fraca (verifica-se "apenas" umas pequenas entradas por exemplo) é aconselhável o uso de produtos. Este tipo de produtos vão de champôs com características especiais até gotas que podem ser aplicadas directamente no cabelo ou misturadas com algo. É quando a queda é fraca que se deve começar a fazer o tratamento. As coisas tornam-se muito mais fáceis e evitam-se recorrer a outros métodos mais complicados. E é muito mais fácil manter os cabelos saudáveis nesta altura e evitar a sua queda (ou pelo menos que depois da perda que se auto-regenerem ou seja voltem a crescer) do que a solução passar por "criar cabelo". Quando for preciso utilizar esta solução (para quedas avançadas e/ou moderadas) é necessário recorrer a métodos bem mais complicados. Estes métodos, que podem incluir transplantes ou implantações, estão cada vez mais avançados e eficazes. Para os utilizar consulte o seu demartologista. Não se esqueça de falar com outras pessoas que utilizaram esse mesmo tratamento para se certificar que bons resultados podem aparecer. E cuidado quando se prometem maravilhas, e até mostram umas imagens das pessoas com o antes e depois. Às vezes até se percebe que não é a mesma pessoa. Acima de tudo, não se esqueça de que é boa ideia consultar todas as alternativas propostas e ver qual delas se adequa a si.

Hoje em dia, encontrará certamente a solução para o seu problema. Fale connosco ou com o seu dermatologista.

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